É hábito meu dizer que cá por casa só crescem catos.
Porque sim.
- Porque são autossuficientes! - costumo dizer.
Porque crescem sem que tenha lhes prestar grandes cuidados.
Porque se mantêm verdes todo o ano.
Porque não murcham imediatamente quando me esqueço de os regar, nem ficam com as folhas amarelas.
Porque picam quem os trata mal. Porque sim!
O Morangueiro, este novo habitante cá de casa, veio um bocadinho de surpresa, por altura do natal.
Uma oferta dos meus queridos amigos de marinhais. Chegou acompanhado de saquinhos de sementes de malagueta e de dois vasos com coentros e salsa (que entretanto já desapareceram em bom convivio com outros alimentos), e ficou à espera da sua sorte (pouca, pensei de inicio) no parapeito da janela da cozinha.
Ao fim de dois dias já estava a fazer caretas, apesar de não lhe faltar água, implorava por frio e sol.
Expulsei-o para a varanda e foi vê-lo a sorrir!
Fiquei tão entusiasmada que até lhe comprei uma floreira, mais terra adubada e implorei ao C. que lhe arranjasse mais dois amiguinhos (mais dois pés de morangueiro) para a coisa ficar mais composta e não se sentir sozinho.
Acho que o meu morangueiro gostou do carinho, pois já deixou os seus filhotes espreitar as gentes cá da casa.
13.1.12
12.1.12
no ateliê de Joana Vasconcelos
Incluido no Projeto Tardes d'Arte, a Raiz Editora proporcionou aos professores de EVT uma visita ao ateliê da artista plástica Joana Vasconcelos.
Para além de poder observar bem pertinho algumas das provas de artista, foi muito interessante contactar com todo o processo de conceção e materialização de algumas obras desta artista, bem como da divulgação, exposição e toda a logistica associada a estas criações.
Como bónus houve ainda oportunidade de espreitar a execução de algumas peças que irão ser apresentadas na exposição no Palácio e Jardins de Versailles, em Julho deste ano.
Adorei!

6.1.12
Dia de REIS
No dia em que Gaspar, Baltasar e Belchior ofereceram a Jesus as suas maiores riquezas, cumpriu-se cá por casa a tradição e comeu-se o bolo que representa simbólicamente as oferendas dos reis magos (ouro, incenso e mirra).
Por muito delicioso que estivesse (e estava, efetivamente), recordo sempre com saudade os bolos rei da minha infância, que incluiam a respetiva fava e brinde, bem escondidinhos no meio da massa, e que tornavam este ritual ainda mais especial.
Pode ser que para o próximo ano me aventure a cozinhar esta iguaria e a recuperar esta saudosa tradição.
29.12.11
trifle de framboesa, kiwi e limão
constinua a inspiração com cores de natal....
TRIFLE DE FRAMBOESA, KIWI e LIMÃO
(de baixo para cima, em camadas, para 2 taças)
. 2 a 3 bolachas esfareladas grosseiramente (a gosto)
. 2 iogurtes de limão ou iogurte natural com raspa de casca de limão
. 2 kiwi passado pelo processador (ou varinha mágica)
. framboesas q.b
. açucar mascavado para salpicar
TRIFLE DE FRAMBOESA, KIWI e LIMÃO
(de baixo para cima, em camadas, para 2 taças)
. 2 a 3 bolachas esfareladas grosseiramente (a gosto)
. 2 iogurtes de limão ou iogurte natural com raspa de casca de limão
. 2 kiwi passado pelo processador (ou varinha mágica)
. framboesas q.b
. açucar mascavado para salpicar
1.12.11
cores de natal . doce de pimento
verde e vermelho ... impossível errar!
DOCE DE PIMENTO
. 500 gr de pimento vermelho
. 400 gr de açucar amarelo
. raspa de meio limão
. 1 malagueta (ou mais)
Passar todos os ingredientes pelo liquidificador e levar ao lume até atingir o ponto de estrada (aquele onde ao passar com a colher no fundo do tacho se vê o fundo, como uma "estrada"). Deixar arrefecer, consumir até não poder mais, de preferência com queijinho.
21.4.11
pensamentos em dia
ver coisas bonitas adoça-me a alma e faz-me sentir muito melhor com a vida e ter esperança no futuro.
esforço-me por continuar motivada e inspirada, apesar de às vezes ser dificil.
a nossa cabeça é um poço
mas ao contrário de ser um lugar sem retorno, um lugar fundo, escuro, sem vida
é uma fonte de onde brota sempre água fresca
esta manhã inspirei.me aqui...
esforço-me por continuar motivada e inspirada, apesar de às vezes ser dificil.
a nossa cabeça é um poço
mas ao contrário de ser um lugar sem retorno, um lugar fundo, escuro, sem vida
é uma fonte de onde brota sempre água fresca
esta manhã inspirei.me aqui...
20.4.11
ainda bem que amanhã(s)...
o sol vai continuar a brilhar
o vento vai continuar a soprar
a chuva vai continuar a cair...
e a encher o coração de alegria!
o vento vai continuar a soprar
a chuva vai continuar a cair...
e a encher o coração de alegria!
15.4.11
8.4.11
1.4.11
31.3.11
5.12.10
Bem sei que ainda não é Natal...
mas já estava a apetecer...
Azevias de Batata Doce... deliciosas!
Fruto de uma insónia às cinco da manhã.
24.11.10
a culpa não é minha
A culpa não é minha, de João Pedro Vale, 2003.
Ferro e Corda.
Colecção Arte Contemporânea António Cachola
21.11.10
Escultura habitável
Escultura habitável, de Miguel Arruda, 2010.
Material: Cortiça.
Habitável no Jardim das Oliveiras no CCB, inserido na Trienal de Arquitectura de Lisboa.
14.11.10
13.11.10
5.11.10
24.11.09
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